O primeiro hackathon rodado por um Hub Lendário
Dois dias, dois times de 4 pessoas, um tema único para todo mundo. Não é uma edição nacional replicada aqui — é um formato desenhado do zero para um grupo de empresários que nunca participou de hackathon. Esta página é a referência do fim de semana: o que vale, quando entrega, e como é avaliado.
Esta é a página que os times usaram durante o fim de semana, preservada como estava — por isso o texto fala no futuro, dirigido a quem ia entregar. Ela fica no hub como o registro do formato: o que foi pedido, em que prazo e com que régua de avaliação. A sala de Meet e a pasta do Drive eram restritas aos participantes e não estão publicadas aqui.
A máquina que traz cliente sozinha
“Construam um sistema com IA que encontre, qualifique e comece a atender clientes de um negócio — funcionando sem o dono estar presente.”
O objetivo real é trabalhar em equipe. O produto é o pretexto. Vocês são empresários que hoje trabalham sozinhos. O que este fim de semana quer produzir não é um software — é a experiência de dividir um problema com duas pessoas que você não escolheu, em prazo apertado, e chegar em algo junto.
A segunda coisa: distribuição vale 30% da nota — mais do que a solução com IA. MVP é a parte fácil. O gargalo está em conseguir o cliente.
Os 3 checkpoints
O fim de semana tem três entregas obrigatórias, em sequência. Cada uma destrava a próxima — não dá para escrever o PRD sem ter decidido o projeto, nem para construir sem PRD, nem para apresentar sem o produto pronto.
A decisão
Nome do grupo, os 3 integrantes e o projeto escolhido — qual recorte do tema vocês vão desenvolver, em 3 a 5 linhas. Mais o grito de guerra.
O PRD
O documento que define o que vai ser construído — 1 a 2 páginas, 7 seções. Inclui as 3 funcionalidades essenciais e o fora do escopo.
Projeto final + pitch
O projeto funcionando em link público, mais 03-roteiro.md e 04-slides.pdf — os 8 slides do modelo obrigatório.
- Dom 12hProduto no ar em link testável +
02-mvp.pdf. Aqui o escopo congela - Dom 15hValidado com alguém de fora: quem testou e o que disse
- Até 16hEnsaio cronometrado com Marcus ou Marcelo
1. Nenhum checkpoint dá nota. 100% da nota vem do júri no domingo, pela rubrica. Os checkpoints existem para o time não travar — não para pontuar.
2. Cada um destrava o seguinte. Não é burocracia de prazo: é a ordem em que o trabalho realmente acontece. Pular etapa é chegar no domingo construindo na direção errada.
3. A entrega só conta quando o link aparece no grupo do WhatsApp. A hora da mensagem é a hora da entrega, não o upload no Drive.
O tema
Um tema só, igual para todos os times. O grupo votou o território por unanimidade em 18/09 — o enunciado foi revelado na abertura.
A máquina que traz cliente sozinha
“Construam um sistema com IA que encontre, qualifique e comece a atender clientes de um negócio — funcionando sem o dono estar presente.”
O recorte: ponta a ponta
São três etapas — encontrar → qualificar → começar a atender. O sistema precisa percorrer o ciclo inteiro. Mas atenção ao CV2 mais abaixo: só uma das três precisa funcionar de verdade. As outras podem ser simuladas, desde que vocês declarem quais.
Onde cada ideia que vocês sugeriram cabe
As 7 sugestões que vieram pelo WhatsApp não foram descartadas — 5 delas eram a mesma dor vista de ângulos diferentes. Todas cabem dentro do tema:
| Sugestão original | Onde entra no tema |
|---|---|
| Omnichannel redes sociais | Etapa atender |
| Prospectador de clientes | É a espinha do tema |
| Gerador de orçamentos de campo | Próximo passo do atender |
| Dashboard 360 para pequenas empresas | Camada de auditoria do julgamento |
| CRM com pré/pós-venda para e-commerce | Cabe — sem as 4 integrações |
| Jarvis | Ganha escopo definido |
| Plataforma de embedded de IA | Volta como modelo de negócio |
Links oficiais
Dois endereços sustentaram o fim de semana inteiro: uma sala de Meet e uma pasta de Drive. Os dois eram restritos aos participantes e não estão publicados aqui.
00-MATERIAL-OFICIAL e uma pasta por grupo: EQUIPE ALPHA e EQUIPE 4 SALES. Pasta restrita ao grupo — o acesso foi distribuído no WhatsApp.Cada grupo salva os quatro arquivos dentro da pasta do próprio grupo, com estes nomes exatos:
01-prd.pdf · 02-mvp.pdf · 03-roteiro.md · 04-slides.pdf
Os guias em PDF
O mesmo conteúdo desta página, em documento — para abrir offline, baixar ou imprimir.
Estão na pasta 00-MATERIAL-OFICIAL do Drive.
| Arquivo | O que tem dentro | Quando usar |
|---|---|---|
| GUIA-GERAL | Tema, os 3 checkpoints, protocolo de entrega, rubrica, CV1–CV8, regras congeladas, agenda e pessoas | Referência do fim de semana inteiro |
| INSTRUCOES- CHECKPOINT-1 | A decisão: o que mandar, modelo de mensagem, exemplo preenchido | Sábado de manhã, antes das 11h |
| INSTRUCOES- CHECKPOINT-2 | O PRD: regra de formato, as 7 seções detalhadas, modelo pronto para copiar | Sábado à tarde, antes das 15h |
| INSTRUCOES- CHECKPOINT-3 | Produto no ar, validação, ensaio, os 8 slides do pitch e o template do roteiro | Domingo, o dia inteiro |
Antes de entregar qualquer coisa, rodem o checklist de validação do checkpoint correspondente. É literalmente o que vai ser conferido na hora do prazo — se passar no checklist, a entrega está válida.
Os checkpoints, um a um
O maior risco de um hackathon de 2 dias é paralisia por análise — o time discute o dia inteiro e não entrega. Os checkpoints existem para forçar decisão, em ordem.
Checkpoint 1 · a decisão
Mensagem no grupo✓ EntregueNo grupo do WhatsApp: nome do grupo, os 3 integrantes, o grito de guerra e o projeto escolhido em 3 a 5 linhas — qual recorte do tema, para quem, o que vai construir.
Sem documento e sem arquivo. Dois minutos para escrever.
Por que é o primeiro: se não dá para escrever o projeto em 5 linhas, o grupo ainda não decidiu — e não tem como escrever o PRD. É exatamente isso que este checkpoint mede.
Checkpoint 2 · o PRD
Arquivo na pasta + link no grupo✓ EntregueArquivo 01-prd.pdf na pasta do grupo + link postado no grupo.
1 a 2 páginas — não 8. Com as 7 seções obrigatórias, incluindo as 3 funcionalidades essenciais e o fora do escopo.
Por que ele trava o desenvolvimento: sem PRD não se escreve código — o time constrói sem saber onde parar. E ele é o parâmetro de comparação no domingo: o que foi entregue × o que ficou declarado como versão futura.
Checkpoint 3 · projeto final + pitch
Produto no ar + 2 arquivos✓ EntregueO projeto funcionando em link público, mais 03-roteiro.md e 04-slides.pdf na pasta, links no grupo.
Depois deste horário o júri já está reunido lendo o material. O que estiver na pasta às 16h30 é o que vai para a tela — entrega atrasada não entra na avaliação.
02-mvp.pdf, os dois no grupo. O link precisa abrir no celular de quem não é do time, sem login — é o CV8, e é o que o júri vai clicar. A partir daqui o escopo congela: o resto do domingo é refinar, validar e montar o pitch, não construir funcionalidade nova.
Dom 15h
Validação. Mensagem no grupo dizendo quem testou (nome e perfil, alguém de fora do time) e o que a pessoa disse. Alimenta o CV6 e o critério C1 — quem não tiver resposta aqui sofre no slide 7.
Até 16h
Ensaio cronometrado com Marcus ou Marcelo. Obrigatório e sem nota — serve para o time descobrir que está com 14 minutos enquanto ainda dá tempo de cortar.
O protocolo de entrega
No horário do gate, o time posta no grupo do WhatsApp o link direto do arquivo no Drive. A hora da mensagem é a hora da entrega — não o upload do Drive.
| Situação | Vale? |
|---|---|
| Arquivo no Drive + link no grupo | ✅ entregue |
| Arquivo no Drive sem mensagem no grupo | ❌ não entregue |
| Mensagem no grupo sem arquivo no Drive | ❌ não entregue |
| Nome de arquivo diferente do padrão | ❌ não entregue |
| Link de Google Doc editável | ❌ não vale — continua mudando depois do prazo |
Por que assim: dá timestamp independente ao time (prova de horário), permite conferir os dois times em 30 segundos sem navegar em pastas, e torna público entre os times que o prazo foi cumprido. A entrega é PDF ou HTML exportado — arquivo congelado.
Regras de cada entrega, em detalhe
O que exatamente tem que estar dentro de cada arquivo, em que formato, e o que não é aceito. Se ficou dúvida sobre “o que eu escrevo aqui?”, a resposta está nesta seção.
Checkpoint 1 · a decisão do grupo
Não há regra de formato para o nome em si — o time escolhe livremente. O que é pedido junto com ele:
- Formato
- Mensagem no WhatsApp. Sem documento, sem arquivo, sem formato definido.
- Conteúdo
- Nome do time · grito de guerra · o projeto escolhido em 3 a 5 linhas: qual recorte do tema, para quem, o que vai construir.
- Regra do nome
- Livre. Só precisa ser um nome — ele vai ser usado no slide 1 do pitch e na pasta do Drive.
- Onde reaparece
- O nome e o grito de guerra voltam na seção 1 do PRD e no slide 1 do pitch (a abertura começa com o grito, em voz alta).
- Pasta do Drive
- Depois que o nome existir, a pasta
GRUPO-AviraGRUPO-A-[nome do time]. O prefixoGRUPO-Xse mantém — é o que preserva a ordem alfabética na hora do gate. - Não vale
- ✗ Não conseguir escrever em 5 linhas. Se não cabe, o time ainda não decidiu — e é isso que o Checkpoint 1 mede.
Checkpoint 2 · o PRD
Este é o documento que separa “a gente teve uma ideia” de “a gente sabe o que vai construir”. Depois dele o time executa sem voltar a discutir escopo.
- Arquivo
01-prd.pdf— PDF ou HTML exportado- Tamanho
- 1 a 2 páginas, sem exceção. PRD de 8 páginas é sinal de escopo inflado
- Onde
- Na pasta do seu grupo, no Drive
- Ferramenta
- Livre — Google Docs exportado, Canva, Notion exportado, Gamma, Markdown convertido, HTML gerado por IA
- Não vale
- ✗ link para documento editável (continua mudando depois do prazo) · ✗ foto de papel · ✗ texto solto no WhatsApp
- Confirmação
- Link postado no grupo. A hora da mensagem é a hora da entrega
As 7 seções obrigatórias — e em que slide cada uma vira
| Seção | O que tem que estar ali | Vira | |
|---|---|---|---|
| 1 | Time | Nome do time, grito de guerra, os 3 integrantes com papel declarado (técnico / estratégico / criativo) | Slide 8 |
| 2 | Problema | Uma frase: quem sofre, com que frequência, quanto custa. Público específico — não “empresas”, mas “dono de loja com 2 a 10 funcionários” | Slide 2 |
| 3 | Solução proposta | O que vai ser construído, em linguagem simples. Onde exatamente a IA entra e por que só é possível com IA | Slide 3 |
| 4 | As 3 funcionalidades essenciais | Só três. Se a lista tem 8 itens, o time ainda não decidiu. Cada uma em uma linha, descrita pelo que o usuário consegue fazer | Slide 4 |
| 5 | Fora do escopo | O que existiria no produto real mas não vai ser construído neste fim de semana. O campo que mais salva time de morrer de escopo inflado | Q&A |
| 6 | Stack | Ferramentas, qual modelo de IA, como as peças se conectam. E por que essa escolha | Slide 5 |
| 7 | Plano de execução | Nome ao lado de cada tarefa. Campo obrigatório — é o que revela se o time virou time ou se uma pessoa vai fazer tudo | Slide 8 |
Mudar problema ou público-alvo depois do PRD exige avisar no grupo e justificar — não é proibido, mas tem que ser explícito. Mudar funcionalidade ou stack é livre até o produto ir ao ar (dom 12h).
Isso evita que um time chegue no domingo resolvendo um problema diferente do que o júri leu no PRD.
Checkpoint 3 · etapa 1 · o produto no ar
A exigência aqui é deliberadamente mais dura que nas edições nacionais, que aceitavam print ou slide como “protótipo funcional”. Aqui o júri precisa testar.
- Obrigatório
- Um link acessível, postado no grupo e registrado dentro do
02-mvp.pdf - Conta como
“no ar” - ✓ deploy em Lovable, Replit, Vercel, Bolt, Netlify · ✓ GPT ou projeto Claude publicado com link de compartilhamento · ✓ fluxo n8n/Make com webhook acessível · ✓ app em Streamlit/Gradio · ✓ planilha com script e acesso liberado · ✓ bot de WhatsApp/Telegram com número de teste
- Não conta
- ✗ rodando só na máquina de um integrante · ✗ print de tela · ✗ vídeo de demonstração · ✗ protótipo em Figma sem interação · ✗ “está pronto, só falta subir”
O que o 02-mvp.pdf tem que conter
- O linkE, se precisar de login, as credenciais de teste.
- Roteiro de teste em 3 passos“Faça isto, depois isto, e você deve ver aquilo.” É o que permite ao júri testar em 2 minutos sem tutorial.
- O que funciona × o que está simuladoDeclaração honesta. Declarar simulação não tira nota; esconder e ser descoberto no Q&A, sim.
- O que travouUma linha, para o time registrar o obstáculo real enquanto está fresco.
Cenário previsto. O time entrega o que tem e ganha uma janela de tolerância até 13h30 — mas só para colocar no ar, não para construir mais funcionalidade.
Se às 13h30 ainda não houver link, o time apresenta com demo gravada e perde pontos apenas no C2 (solução com IA). Não é desclassificado. O que não pode acontecer é chegar no pitch sem nada para mostrar.
Passado o produto no ar (dom 12h), não se muda mais o que o produto faz. O resto do domingo é: refinar o que existe, validar com alguém de fora, e montar o pitch.
Time que continua construindo funcionalidade nova depois das 12h chega às 16h30 sem roteiro e sem ensaio — o erro mais comum de hackathon.
Checkpoint 3 · o pacote de pitch
Dois arquivos, ambos obrigatórios, por motivos diferentes: os slides são o que será projetado, e o roteiro em Markdown é texto limpo — comparável entre times, sem ruído de layout.
- Formato
- Markdown puro (
.md) — não PDF, não Word - Conteúdo
- O que vai ser falado, slide por slide, com quem fala cada parte e a faixa de tempo
- Como gerar
- Qualquer editor serve — Notion exporta, ChatGPT e Claude geram, ou bloco de notas salvo como
.md - Por que .md
- Texto puro permite conferir de forma estruturada antes do pitch: os 8 slides estão presentes? O slide 7 tem cliente com nome? Todos têm fala atribuída? Isso informa o júri — não pontua o time. A nota é 100% humana
- Formato
- PDF ou HTML. Os 8 slides do modelo obrigatório, na ordem
- Ferramenta
- Livre — inclusive IA. Gamma, Claude, ChatGPT + Canva, o que preferirem. É um hackathon de IA
- O que se avalia
- O conteúdo dos 8 slides e a capacidade de sustentar o que está neles no Q&A — não o capricho visual
- Corte real
- O que estiver na pasta às 16h30 é o que vai para a tela. Não há troca de versão às 16h58 — esses 30 minutos são do júri para ler e alinhar
O modelo obrigatório de 8 slides
Cada slide corresponde a um critério da rubrica. Slide que falta é ponto que o júri não consegue dar — não por punição, mas porque não há o que avaliar.
| Slide | Tempo | O que tem que estar ali | Critério | |
|---|---|---|---|---|
| 1 | Abertura | 0:00–0:30 | Nome do time, nome do produto e tagline de uma linha. Começa com o grito de guerra, em voz alta. Sem “boa tarde, nós somos o grupo 2” | C4 |
| 2 | A problemática | 0:30–2:00 | Um número em destaque · quem sofre e com que frequência · o que isso custa hoje. Se der, a história concreta de uma pessoa | C3 · 20% |
| 3 | A solução | 2:00–3:30 | O que vocês construíram, em uma frase que a mãe de vocês entenderia. Onde a IA entra e por que só é possível com IA | C2 · 25% |
| 4 | A demonstração o slide mais importante | 3:30–5:30 | Mostrar funcionando, não descrever. Demo ao vivo, vídeo de tela ou GIF em loop. Declarar o que é real e o que é simulado | C2 · 25% |
| 5 | A stack | 5:30–6:30 | Ferramentas, qual modelo de IA, diagrama simples de como as peças se conectam. E por que essa stack | C2 · 25% |
| 6 | Validação | 6:30–7:30 | Quem testou (nome e perfil, alguém de fora do time) · citação literal do que disse · o que vocês mudaram por causa disso | C3 · 20% |
| 7 | Distribuição maior peso | 7:30–9:00 | Primeiro cliente com nome (pessoa ou empresa real) · canal específico · quanto custa adquirir · preço e modelo de cobrança · o primeiro passo na segunda-feira. Nada de “vamos divulgar nas redes” | C1 · 30% |
| 8 | O time | 9:00–10:00 | Os 3 integrantes, papel de cada um e o que cada um construiu de fato. Fecha com o que o time aprendeu trabalhando junto | C5 · 10% |
E não no slide 1
Instinto de todo mundo é se apresentar primeiro. Mas nos primeiros 30 segundos a atenção do júri está no máximo — gastar isso com “eu sou o João, trabalho com marketing” é desperdício.
Abrindo com o problema e fechando com o time, a apresentação pessoal vira prova de execução: “isto foi construído por estas três pessoas em dois dias”. E o C5 vem fresco na memória do júri na hora de pontuar.
Cronometrado, até 16h de domingo
Cada time faz um ensaio completo com timer na frente do Marcus ou do Marcelo, até as 16h de domingo.
Não é opcional e não é avaliação — é para o time descobrir que está com 14 minutos enquanto ainda dá tempo de cortar. Pitch sem ensaio cronometrado estoura, sempre.
- Cronometrado. Aos 10 minutos, corta.
- Todos os integrantes falam pelo menos uma vez.
- Ensaio obrigatório com timer antes das 16h de domingo.
- Entrega às 16h30:
03-roteiro.md+04-slides.pdfna pasta. - Os 8 slides são obrigatórios e nesta ordem.
Template do 03-roteiro.md — copie e preencha
# [NOME DO TIME] — Roteiro de Pitch **Produto:** [nome] **Integrantes:** [nome 1] (técnico) · [nome 2] (estratégico) · [nome 3] (criativo) **Link do MVP:** [url] --- ## Slide 1 — Abertura (0:00 – 0:30) **Quem fala:** [nome] [Grito de guerra, em voz alta] [O que vai ser dito, escrito como vai ser falado] --- ## Slide 2 — A problemática (0:30 – 2:00) **Quem fala:** [nome] [Texto falado. Inclua o número em destaque e quem sofre a dor.] --- ## Slide 3 — A solução (2:00 – 3:30) **Quem fala:** [nome] [Texto falado. Onde a IA entra e por que só é possível com IA.] --- ## Slide 4 — A demonstração (3:30 – 5:30) **Quem fala:** [nome] [O que vai ser mostrado ao vivo, passo a passo.] [Declare o que é real e o que está simulado.] --- ## Slide 5 — A stack (5:30 – 6:30) **Quem fala:** [nome] [Ferramentas, modelo de IA, e por que essa escolha.] --- ## Slide 6 — Validação (6:30 – 7:30) **Quem fala:** [nome] [Quem testou, citação literal do que disse, o que mudou.] --- ## Slide 7 — Distribuição (7:30 – 9:00) **Quem fala:** [nome] [Primeiro cliente com nome. Canal. Custo. Preço. Primeiro passo na segunda-feira.] --- ## Slide 8 — O time (9:00 – 10:00) **Quem fala:** [nome] [O que cada um construiu. O que aprenderam trabalhando juntos.]
Como é avaliado
Cinco critérios, escala de 0 a 5 cada um, pesos diferentes. Cada jurado dá a nota de forma independente, sem discutir antes.
| Critério | Peso | Nota baixa (0–2) | Nota alta (4–5) |
|---|---|---|---|
| C1 · Plano de distribuição | 30% | “Vamos divulgar nas redes sociais” | Canal específico, cliente com nome, custo de aquisição, primeiro passo de segunda-feira |
| C2 · Solução com IA | 25% | IA é enfeite; daria pra fazer igual sem ela | IA resolve o núcleo, roda na demo, o time explica a escolha |
| C3 · Clareza do problema | 20% | “Empresas têm dificuldade com IA” | Dor específica, com quem sofre e impacto numérico |
| C4 · Pitch e narrativa | 15% | Leu slide, estourou tempo | História clara, dentro do tempo, responde o Q&A |
| C5 · Trabalho em equipe | 10% | Uma pessoa fez tudo | Papéis visíveis, todos dominam o conjunto |
Hoje as empresas não pedem mais MVP — MVP é a parte fácil. O gargalo está na distribuição. A rubrica oficial da Academia dá 25% para solução com IA e zero para distribuição. Aqui a ordem se inverte de propósito.
Na prática: “vamos divulgar nas redes sociais” é nota zero em C1 — o critério que mais pesa.
Depois de anunciada, a rubrica não muda — nem se um defeito aparecer no domingo. Numa edição anterior, alterar critério durante o evento gerou acusação de favorecimento e pedido de auditoria por escrito. Aqui não se mexe.
A planilha de notas é mostrada a quem pedir. Transparência antes, não defesa depois.
Critérios de validação · CV1 a CV8
A lista verificável do que a solução precisa fazer. O júri confere com o link aberto na frente. Item que não dá para demonstrar conta como não entregue.
| Critério | |
|---|---|
| CV1 | Roda um ciclo completo sem intervenção humana no meio |
| CV2 | Uma das três etapas funciona de verdade; as outras podem ser simuladas — se declarado |
| CV3 | O critério de qualificação é explícito e justificável caso a caso |
| CV4 | Aguenta entrada inesperada sem quebrar |
| CV5 | O time responde o que sumiria se a IA fosse removida |
| CV6 | Tem um primeiro cliente com nome |
| CV7 | Canal + custo estimado + primeiro passo de segunda-feira |
| CV8 | Link público que abre e funciona (dom 12h) |
A morte mais comum de hackathon de 2 dias: o time tenta fazer as três etapas e entrega as três pela metade. Escolham uma para funcionar de verdade e simulem as outras duas.
Simular é permitido. Simular sem declarar não é. Simulação não declarada é a única falta que zera o C2 (25% da nota).
Um painel onde o dono cadastra os leads
Por mais bonito que seja: se alguém precisa estar lá operando, a restrição “sem o dono presente” foi violada. Isso resolve a agenda do dono, não o problema dele.
Um fluxo que dispara sozinho
Um gatilho externo acontece, o sistema encontra ou recebe o lead, aplica um critério explícito de qualificação, e devolve uma primeira resposta — tudo sem ninguém apertar botão.
O pitch · domingo 17h
10 minutos de apresentação + 5 minutos de Q&A por time. Cronômetro visível, corte no tempo. Modelo obrigatório de 8 slides — está no 00-MATERIAL-OFICIAL do Drive.
1. “O que exatamente aqui só é possível porque tem IA?” — essa vai para todos os times, sem exceção.
2. Uma pergunta dirigida a quem não apresentou. É assim que o C5 (trabalho em equipe) é avaliado — se só uma pessoa domina o projeto, aparece aqui.
Sábado · 19/09
| Hora | O quê | Quem conduz |
|---|---|---|
| 07h30–08h45 | Credenciamento e café | Du |
| 09h00–09h34 | 🎤 Abertura — revelação do tema, regras, anúncio dos times | Rodrigo |
| 09h34–11h00 | Times se conhecem e decidem o recorte | Times |
| 11h00 | ⚡ Checkpoint 1 — nome, integrantes e projeto, no grupo | Times |
| 11h00–12h30 | Almoço | Du |
| 12h30–15h00 | Construção + escrita do PRD | Times |
| 15h00 | 🔒 Checkpoint 2 — PRD (01-prd.pdf) | Times |
| 15h00–17h00 | Construção livre | Times |
| 17h00–18h30 | 🎤 Encontro de dúvidas — 30 min por time, no Meet | Rodrigo |
| 18h30+ | Construção livre | Times |
Sério. A entrega de amanhã ao meio-dia pede um link que abre e funciona, não um produto completo. Time descansado apresenta melhor — e o C4 (pitch) vale 15%.
Domingo · 20/09
| Hora | O quê | Quem conduz |
|---|---|---|
| 09h00 | Abertura dos trabalhos | Marcus / Marcelo |
| 12h00 | 🔒 CP3 · etapa 1 — produto no ar (02-mvp.pdf + link público) | Times |
| 12h00–13h30 | Almoço | Du |
| 13h30–15h00 | Refino e validação com cliente real | Times |
| 15h00 | ⚡ CP3 · etapa 2 — validação: quem testou | Times |
| 15h00–16h30 | Montagem do pitch | Times |
| 16h30 | 🔒 Checkpoint 3 (03-roteiro.md + 04-slides.pdf) · alinhamento do júri | Times / Júri |
| 17h00 | 🎤 Pitches — 10 min + 5 min de Q&A por time | Júri |
| 17h35–17h50 | Deliberação fechada | Júri |
| 17h50–18h20 | Devolutiva time por time, na frente de todos | Júri |
| 18h20 | 🏆 Anúncio do vencedor + Kit Lendário | Rodrigo |
| ~20h00 | Pesquisa pós-evento no grupo | Rodrigo |
Kit Lendário para o time vencedor — não há prêmio monetário. E o projeto vencedor apresenta na live do YouTube da Academia em 28/09.
Regras congeladas
Decididas antes do evento. Não são reabertas durante o fim de semana — inclusive para proteger vocês de mudança de regra no meio do jogo.
| Item | Regra |
|---|---|
| Formato | 2 dias · tema único para todos os times · 2 times |
| Times | 4 pessoas, perfis diversos (técnico / estratégico / criativo). Montados por Marcus e Marcelo pelo formulário de perfil. Sem troca de integrante — a divisão por perfil é parte do objetivo |
| Júri | 3 pessoas: Rodrigo + Adriano + Michael. Número ímpar de propósito |
| Nota | 100% do júri. Checkpoints são gate de progresso, sem nota |
| Avaliação por pares | Não existe. Decidido explicitamente |
| Pitch | 10 min + 5 min de Q&A · modelo obrigatório de 8 slides |
| Dados | Nenhum fornecido pela organização. Cada time usa dados próprios, públicos ou sintéticos — e declara qual no PRD. Usar o próprio negócio é vantagem, não desvio |
| Rubrica | Depois de anunciada, não muda — nem se um defeito aparecer no domingo |
| Premiação | Kit Lendário + apresentação na live de 28/09. Sem prêmio monetário |
Planos B — se algo der errado
| Se acontecer | O que vale |
|---|---|
| Internet cai | Times usam roteador do celular. Checkpoints aceitos por WhatsApp com print, arquivo depois |
| Um jurado falta | Júri de 2 funciona. Empate é decidido pelo C1 (distribuição) — anunciado antes do primeiro pitch |
| Grupo não entrega o Checkpoint 2 | O checkpoint fecha, vale o que tiver. Marcus/Marcelo sentam com o time imediatamente |
| Grupo sem produto no ar (dom 12h) | Não zera o time — mas derruba o C2 (25%) |
| Só 1 time se forma | Vira apresentação com devolutiva do júri, sem ranking |
| Alguém contesta o resultado | A planilha de notas é mostrada a quem pedir |
Quem é quem
Os dois times
Composição anunciada na abertura; nomes e produtos definidos pelos próprios times no Checkpoint 1. Não há troca de integrante — a divisão foi feita por perfil, misturando técnico, estratégico e criativo.
| Time | Integrantes | Projeto |
|---|---|---|
| Grupo A · Alpha "Alpha é visão! ALURYA é conversão!" | Marcus Vinicius Palucci Calsani · Alexandre Meirelles · Leonardo de Paula Silva · Ewerton Margonar | ALURYA — plataforma comercial com IA para distribuidoras e locadoras de equipamentos médico-estéticos |
| Grupo B · 4 Sales "Não esperamos clientes. Nós criamos vendas!" | Marcelo Matos · Filipe Thompson · Carlos Eduardo Dux · Ezequiel Cavalcanti | 4Sales — ecossistema comercial B2B, da prospecção à conversão |
Condução e júri
Perguntas frequentes
Clique na pergunta para abrir a resposta. Se a sua dúvida não estiver aqui, pergunte no grupo — e ela provavelmente vira um item desta lista.
Tema e escopo
O que o tema pede, o que ele não pede, e até onde vocês precisam ir.
“A máquina que traz cliente sozinha” — construam um sistema com IA que encontre, qualifique e comece a atender clientes de um negócio, funcionando sem o dono estar presente.
É o mesmo tema para todos os times. O território foi votado pelo grupo por unanimidade em 18/09; o enunciado foi revelado na abertura.
Não — e tentar isso é o erro mais comum. O CV2 diz o contrário: escolham uma das três etapas para funcionar de verdade e simulem as outras duas.
A única exigência é declarar qual é real e quais são simuladas. Simular é permitido; simular sem declarar é a única falta que zera o C2 (25% da nota).
Por que essa regra existe: em hackathon de 2 dias, o time que tenta as três entrega as três pela metade — e perde nos três.
É literal e é a restrição que faz o trabalho. Se a solução depende de alguém sentado operando, ela não resolve o problema do tema.
Contra-exemplo: um painel bonito onde o dono cadastra os leads e dispara as mensagens. Por melhor que seja, isso organiza a agenda do dono — não tira ele do meio.
Exemplo que resolve: um gatilho externo acontece, o sistema recebe ou encontra o lead, aplica um critério explícito de qualificação e devolve uma primeira resposta — sem ninguém apertar botão.
Serve — as 7 sugestões que vieram pelo WhatsApp cabem todas dentro do tema. Cinco delas eram a mesma dor vista de ângulos diferentes: conseguir e atender cliente sem o dono na frente.
- Omnichannel → a etapa atender
- Prospectador → é a espinha do tema
- Orçamentos de campo → próximo passo do atender
- Dashboard 360 → camada de auditoria do julgamento
- CRM e-commerce → cabe, sem as 4 integrações
- Jarvis → ganha escopo definido
- Embedded de IA → volta como modelo de negócio
Devem. O C3 (clareza do problema, 20%) premia exatamente isso: dor específica, com quem sofre e impacto numérico. “Empresas têm dificuldade com IA” é nota baixa; “clínica odontológica de 2 cadeiras perde X leads por semana no fim de semana” é nota alta.
Podem — o tema é único justamente para permitir comparação. O que vai diferenciar não é a ideia, é a execução: o recorte escolhido, o que roda de verdade, e sobretudo o plano de distribuição.
Perde. E a ideia boa não compensa: é difícil uma ideia ser muito boa sendo muito generalista, hoje em dia.
“Qualquer empresa B2B” é a mesma coisa que ninguém. Quem vende para todo mundo não vende para ninguém — e o júri sente isso em dois critérios ao mesmo tempo: C3 (clareza do problema, 20%) e C1 (distribuição, 30%). Metade da nota.
Escolher público dá medo porque parece que você está jogando fora os outros. Não está: a C\&A vende para “todo mundo”, mas faz campanha segmentada com orçamento gigante para cada recorte. Vocês têm dois dias.
Times e papéis
A composição foi definida antes e não se mexe. Aqui está o porquê.
Não. Sem negociação, sem exceção. Os times foram montados por Marcus e Marcelo a partir do formulário de perfil, misturando propositalmente perfil técnico, estratégico e criativo.
Não é burocracia: o objetivo declarado do fim de semana é trabalhar em equipe. Trocar para ficar com quem você já conhece desfaz exatamente aquilo que o evento quer produzir.
Continua dando para entregar. A entrega de domingo ao meio-dia pede um link público que abre e funciona — não um sistema em produção. Ferramenta no-code, automação, agente configurado, planilha conectada: tudo vale, desde que rode um ciclo sem alguém no meio (CV1).
E lembre da proporção da rubrica: distribuição vale 30%, mais que a solução com IA (25%). Time sem programador costuma ir melhor justamente em C1 e C3.
Avise Marcus ou Marcelo imediatamente, não no domingo às 16h. O time continua, e o júri sabe da situação ao avaliar o C5.
O que não muda: a seção 7 do PRD continua exigindo nome ao lado de cada tarefa, com as pessoas que de fato estão.
Não é obrigatório que todos falem. Mas no Q&A o júri faz uma pergunta dirigida a quem não apresentou — é assim que o C5 (trabalho em equipe, 10%) é medido.
Na prática: se só uma pessoa domina o projeto, isso aparece em 30 segundos. Garantam que todo mundo consegue explicar o conjunto, mesmo que só um conduza a fala.
Chame Marcelo ou Marcus — eles circulam fazendo mentoria de piso exatamente para isso. Não espere o gate chegar para pedir ajuda.
Os checkpoints existem como termômetro: se o time não consegue escrever o projeto em 5 linhas às 11h, ele ainda não decidiu — e isso é informação útil, não fracasso.
Entregas e prazos
O protocolo é rígido de propósito — e é o mesmo para todos os times.
Três, e a ordem não é arbitrária — cada um destrava o seguinte:
Checkpoint 1 (sáb 11h) · a decisão — nome do grupo, integrantes e projeto escolhido. Sem isso não há o que descrever no PRD.
Checkpoint 2 (sáb 15h) · o PRD — sem ele não se escreve código: o time constrói sem saber onde parar. E é o parâmetro de comparação no domingo, entre o que foi entregue e o que ficou declarado como versão futura.
Checkpoint 3 (dom 16h30) · projeto final + pitch — o produto no ar e o material da apresentação. Passa por três etapas internas: produto no ar (12h), validação com alguém de fora (15h) e ensaio cronometrado (até 16h).
Pular etapa não economiza tempo — faz o grupo chegar no domingo construindo na direção errada.
Dois passos, os dois obrigatórios:
1. Salvar o arquivo com o nome exato dentro da pasta do seu grupo no Drive.
2. Postar o link direto do arquivo no grupo do WhatsApp.
A hora da mensagem no grupo é a hora da entrega — não o upload do Drive.
Não vale. Arquivo no Drive sem mensagem no grupo = não entregue. Mensagem no grupo sem arquivo no Drive = não entregue. Os dois, sempre.
Por isso vale postar 5 minutos antes do horário, não em cima da hora.
Porque é o que permite conferir os dois times em 30 segundos no momento do gate, sem navegar em pastas. Os nomes são:
01-prd.pdf · 02-mvp.pdf · 03-roteiro.md · 04-slides.pdf
“PRD final v2.pdf” ou “prd-grupoA.pdf” contam como não entregues.
Não. Documento editável continua mudando depois do prazo — o que torna o gate sem sentido. A entrega é PDF ou HTML exportado: arquivo congelado.
Não. Nenhum gate elimina ninguém — eles não dão nem tiram nota. O gate fecha e vale o que tiver no momento; Marcus e Marcelo sentam com o time imediatamente para destravar.
A exceção prática é o Checkpoint 3 (dom 16h30): depois dele o júri já está reunido, então o que chegar atrasado não entra na avaliação.
Não. A regra é 1 a 2 páginas, sem exceção, com as 7 seções. PRD de 8 páginas é sinal de escopo inflado — e a seção 5 (fora do escopo) existe justamente para cortarem antes de construir.
Duas armadilhas conferidas na hora do gate: a seção 4 precisa ter exatamente 3 funcionalidades, e a seção 7 precisa de nome ao lado de cada tarefa.
Livre: Google Docs exportado, Canva, Notion exportado, Gamma, Markdown convertido, HTML gerado por IA — o que for mais rápido para o time.
O que não vale: link para documento editável (continua mudando depois do prazo) · foto de papel · texto solto no WhatsApp. Tem que ser PDF ou HTML exportado, com o nome 01-prd.pdf.
Depende do que muda — vale o congelamento parcial:
Problema ou público-alvo: exige avisar no grupo e justificar. Não é proibido, mas tem que ser explícito.
Funcionalidade ou stack: livre até o produto ir ao ar (dom 12h).
Depois de dom 12h: o escopo congela de vez.
A regra evita que um time chegue no domingo resolvendo um problema diferente do que o júri leu no PRD.
Não. O Checkpoint 1 é uma mensagem no grupo, 2 minutos: nome do grupo, os 3 integrantes, o grito de guerra e o projeto escolhido em 3 a 5 linhas.
Os outros dois pedem arquivo na pasta do Drive: o Checkpoint 2 (PRD) e o Checkpoint 3 (roteiro + slides, além do produto no ar).
O nome é livre — vocês escolhem. Só precisa existir, porque ele é usado em três lugares: no Checkpoint 1, na seção 1 do PRD e no slide 1 do pitch.
O grito de guerra também é livre, mas tem uso definido: o pitch abre com ele, em voz alta. Não é enfeite — é o que substitui o “boa tarde, nós somos o grupo 2”.
Depois que o nome existir, a pasta GRUPO-A no Drive vira GRUPO-A-[nome do time]. O prefixo GRUPO-X permanece — é o que mantém a ordem alfabética na hora do gate.
Porque Markdown é texto puro: dá para conferir de forma estruturada antes do pitch (os 8 slides estão presentes? o slide 7 tem cliente com nome ou é genérico? todos têm fala atribuída?) sem ruído de layout, e a comparação entre times fica justa.
Isso informa o júri — não pontua o time. A nota continua 100% humana.
Para gerar: Notion exporta, ChatGPT e Claude geram, ou bloco de notas salvo como .md. O template completo está aqui ↓
Do produto de vocês. Se vocês construíram uma ferramenta que prospecta clientes para o Fulano, o plano de distribuição não é “como o Fulano consegue mais clientes” — é como vocês chegam nos outros Fulanos e transformam isso em carteira.
E distribuição não é plano comercial. “Vamos vender para o público XYZ” é comercial. Distribuição é por onde você chega nesse público: qual canal, em que ordem, começando por onde.
Analogia do cinema: o estúdio faz o roteiro, contrata elenco, filma — e o filme fica pronto. Aí vem a pergunta que decide tudo: como ele chega na sala de cinema, em que país, em que ordem? Isso é a distribuidora. Hoje o produto é o de menos; todo mundo tem o mesmo produto.
Técnico, dados e ferramentas
Liberdade quase total — com uma exigência de transparência.
Nenhum. Cada time usa dados próprios, públicos ou sintéticos — e declara no PRD (seção 6, stack) qual é a origem.
Sim — e é vantagem. Quem já conhece uma dor de verdade sai na frente no C3 (clareza do problema) e tem muito mais facilidade no CV6 (primeiro cliente com nome).
Os que quiserem — não há restrição de stack, modelo ou plataforma. No-code, automação, agentes, código próprio: tudo vale.
O que a rubrica cobra é o porquê: a seção 6 do PRD pede a justificativa da escolha, e o C2 avalia se o time sabe explicar por que aquele modelo/ferramenta.
Podem aproveitar o que já existe — mas declarem no PRD o que veio pronto e o que foi feito no fim de semana. A régua do júri é “grupo que nunca fez hackathon”, e o que se avalia é a decisão do time, não o volume de código novo.
Transparência aqui funciona igual ao CV2: declarar não tira ponto; não declarar, sim.
Um link que abre no celular de alguém que não é do time, sem login e sem senha do time. O júri vai clicar nele — é o CV8.
Conta como “no ar”: deploy em Lovable, Replit, Vercel, Bolt, Netlify · GPT ou projeto Claude publicado com link de compartilhamento · fluxo n8n/Make com webhook acessível · app em Streamlit/Gradio · planilha com script e acesso liberado · bot de WhatsApp/Telegram com número de teste.
Não conta: rodando só na máquina de um integrante · print de tela · vídeo de demonstração · protótipo em Figma sem interação · “está pronto, só falta subir”.
Quatro coisas:
1. O link — e, se precisar de login, as credenciais de teste.
2. Roteiro de teste em 3 passos — “faça isto, depois isto, e você deve ver aquilo”. É o que permite ao júri testar em 2 minutos sem tutorial.
3. O que funciona × o que está simulado — declaração honesta.
4. O que travou — uma linha, com o obstáculo real enquanto está fresco.
Há uma janela de tolerância até 13h30 — mas só para colocar no ar, não para construir mais funcionalidade.
Se às 13h30 ainda não houver link, o time apresenta com demo gravada e perde pontos apenas no C2. Não é desclassificado. O que não pode acontecer é chegar no pitch sem nada para mostrar.
Não. Passado o produto no ar (dom 12h) o escopo congela. O resto do domingo é refinar o que existe, validar com alguém de fora e montar o pitch.
Time que continua construindo funcionalidade nova depois das 12h chega às 16h30 sem roteiro e sem ensaio — o erro mais comum de hackathon.
Se for detectado na entrega de domingo ao meio-dia, vocês são avisados imediatamente e ainda dá tempo de corrigir antes do pitch.
Se chegar no júri sem abrir, o CV8 conta como não entregue e derruba o C2 (25%) — mas não zera o time. O pitch acontece e os outros critérios continuam valendo.
Times usam roteador do celular. Os gates passam a ser aceitos por WhatsApp com print, e o arquivo sobe no Drive assim que a conexão voltar. O prazo continua valendo pelo horário da mensagem.
Podem — inclusive ferramenta própria que já está rodando, no-code, agente já configurado. O que o CV1 pede é que um ciclo rode sem alguém no meio, não que o código tenha nascido neste fim de semana.
Duas condições: declarem no PRD o que é ferramenta pré-existente e o que foi construído aqui; e lembrem que o C2 (25%) avalia a IA ser essencial, não superficial — se a ferramenta pronta faz tudo e a IA é enfeite, a nota cai.
É MVP — mas com uma regra dura: vocês escolhem qual é o core, e o core não pode ser mocado. O resto pode.
Exemplo: se o core é “a IA conversa com o cliente”, então isso tem que estar funcionando de verdade. Financeiro, relatório, cadastro — tudo bem simular.
O erro clássico é entregar dez funcionalidades pela metade. Melhor uma, duas ou três funcionando e dizer com clareza quais são os próximos passos. O que não vale é só mostrar mockup de uma ideia fantástica que não roda — aí não é hackathon.
Dá, e no fim de semana muitas vezes é a única opção — clientes não respondem sábado e domingo. Simular um lead receptivo (alguém do time faz o papel de quem clicou no anúncio) é legítimo e vale como teste de fluxo.
A condição é declarar. Deixem explícito, na apresentação, qual trecho roda com dado real e qual é encenado. Simular é permitido; simular sem declarar é a única falta que zera o C2 (25%).
Dica: quem faz o papel do lead deve fazer as perguntas difíceis, não as fáceis. Estressar o fluxo mostra mais valor do que uma conversa que dá tudo certo.
Decisão de quem lidera o time — alguém tem que assumir o papel de PO e tomar o risco. Não existe resposta certa, existe cronômetro.
A regra prática: se o core travou, migre; se o periférico travou, moque e siga. O que não pode é chegar no domingo ao meio-dia sem link que abre porque o time passou a noite insistindo numa API.
Vai dar pau, e normalmente no lugar mais bobo. Tenham um plano B decidido antes de precisar dele.
Dados do próprio negócio são vantagem — quem tem base real chega mais longe que quem inventa. Também valem dados públicos e dados sintéticos gerados por IA.
A fonte tem que estar declarada no PRD. Real, público ou sintético — diga qual.
Mas evitem dado sensível. Este é um ambiente de hackathon, não um ambiente seguro: as telas são compartilhadas, os arquivos ficam num Drive aberto por link e o pitch é público. Dado de cliente identificável, documento, contrato — anonimizem antes.
Avaliação e nota
A rubrica está congelada desde a abertura — vocês têm a mesma folha que o júri.
Não. Nenhum checkpoint dá ponto. 100% da nota vem do júri, no domingo, pela rubrica de 5 critérios. Os checkpoints são gate de progresso, não de nota.
Cada jurado dá de 0 a 5 em cada critério, de forma independente e sem discutir antes. Depois:
nota = (C1×0,30 + C2×0,25 + C3×0,20 + C4×0,15 + C5×0,10) × 20 → escala de 0 a 100.
Porque hoje as empresas não pedem mais MVP — MVP é a parte fácil. O gargalo está na distribuição.
A rubrica oficial da Academia dá 25% para solução com IA e zero para distribuição. Aqui a ordem se inverte de propósito, e isso foi dito em voz alta na abertura.
Na prática: “vamos divulgar nas redes sociais” é nota zero em C1 — o critério que mais pesa. O que pontua é canal específico, cliente com nome, custo de aquisição e o primeiro passo de segunda-feira.
Só uma coisa zera de saída: simulação não declarada — apresentar como real uma etapa que está mockada. Isso zera o C2.
No resto, a escala é contínua de 0 a 5: não existe desclassificação por item faltando, existe nota baixa.
Como não entregue. O júri confere a lista com o link aberto na frente — o que não dá para mostrar ao vivo não conta, mesmo que exista no código.
Não. Depois de anunciada, a rubrica está congelada — nem se um defeito nela aparecer no domingo.
Numa edição nacional anterior, alterar critério no meio do evento gerou acusação de favorecimento e pedido de auditoria por escrito na pesquisa. A regra de congelamento nasceu dessa cicatriz.
Sim. A planilha de notas é mostrada a quem pedir. Transparência antes, não defesa depois.
Além disso, há devolutiva grupo por grupo na frente de todos (dom 17h50): o que funcionou, o que faltou — apontando o critério — e um próximo passo concreto.
Júri de 3, número ímpar de propósito: Rodrigo, Adriano e Michael. Adriano e Michael não acompanham os dois dias — recebem a rubrica e os artefatos antes do pitch, o que evita viés de convivência.
Se faltar um, o júri de 2 funciona e o empate é decidido pelo C1 (distribuição) — anunciado antes do primeiro pitch.
Não. Avaliação por pares foi descartada explicitamente. A nota vem só do júri.
A régua combinada é “grupo que nunca fez hackathon” — não edição nacional da Academia. Isso está no alinhamento do júri antes dos pitches.
Precisam — e isso costuma ser o que separa os times no C1 (30%). Não é só código: pesquisa de mercado, viabilidade, orçamento e preço podem correr em paralelo, com alguém dedicado, enquanto outro constrói.
Três números que o júri vai procurar:
- Custo de rodar — token, API, infra. Define o piso do preço.
- Custo da dor — quanto o cliente já gasta hoje com o problema que vocês resolvem.
- ROI do cliente — em quanto tempo a ferramenta se paga.
Cobrar R$ 70 mil parece absurdo até você mostrar que a dor custa R$ 100 mil por ano. Aí vira economia, não despesa. Se o preço mínimo para rodar for maior que o ROI do cliente, o negócio é inviável — e é melhor descobrir isso hoje do que no pitch.
Pitch e Q&A
15 minutos por time, cronômetro visível, corte no tempo.
10 minutos de apresentação + 5 minutos de Q&A. O cronômetro fica visível e o corte é no tempo — estourar derruba o C4 (pitch e narrativa, 15%).
Sim — obrigatório e nesta ordem. Cada slide corresponde a um critério da rubrica, então slide que falta é ponto que o júri não consegue dar. Não é punição: é que não há o que avaliar.
A sequência: abertura → problemática → solução → demonstração → stack → validação → distribuição → o time. Ver a tabela completa com tempo e conteúdo de cada slide ↓
Modelo fixo iguala o campo e dá unidade de comparação: os três jurados assistem à mesma sequência nos dois times e pontuam a mesma coisa no mesmo momento.
Podem — Gamma, Claude, ChatGPT + Canva, o que preferirem. É um hackathon de IA.
O que o júri avalia é o conteúdo dos 8 slides e a capacidade de sustentar o que está neles no Q&A, não o capricho visual.
Porque nos primeiros 30 segundos a atenção do júri está no máximo — gastar isso com “eu sou o João, trabalho com marketing” é desperdício.
Abrindo com o problema e fechando com o time, a apresentação pessoal vira prova de execução: “isto foi construído por estas três pessoas em dois dias”. E o C5 chega fresco na memória do júri no momento de pontuar.
Sim. Até as 16h de domingo, cada time faz um ensaio completo com timer na frente do Marcus ou do Marcelo.
Não é avaliação e não vale nota — é para o time descobrir que está com 14 minutos enquanto ainda dá tempo de cortar. Pitch sem ensaio cronometrado estoura, sempre.
O júri vai abrir o link do produto de qualquer forma para conferir os CVs. Mostrar o ciclo rodando dentro do pitch é a forma mais direta de pontuar em C2 e CV1 — mas se o risco de quebrar for alto, um vídeo curto da execução real também demonstra.
O que não vale é apresentar como funcionando algo que está simulado sem declarar.
Duas são certas:
1. “O que exatamente aqui só é possível porque tem IA?” — vai para todos os times, sem exceção. É o CV5.
2. Uma pergunta dirigida a quem não apresentou — é o teste do C5 (trabalho em equipe).
Prepare também: quem é o cliente com nome (CV6), qual é o canal e o custo de aquisição (CV7), e qual etapa está real vs. simulada (CV2).
O roteiro do que vocês vão falar no pitch — entregue junto com os slides no Checkpoint 3 (dom 16h30). Serve para o time ensaiar dentro dos 10 minutos e para o júri acompanhar.
Logística e horários
Onde entrar, com quem falar, e o que fazer fora do horário.
É o mesmo link para os três encontros — divulgado no grupo do WhatsApp dos participantes.
Abertura (sáb 9h) · encontro de dúvidas (sáb 17h) · pitches (dom 17h). Fixe no topo do grupo.
Não. O que domingo ao meio-dia pede é um link que abre e funciona, não um produto completo.
E tem um cálculo prático: o C4 (pitch) vale 15% e time exausto apresenta mal. Dormir costuma valer mais ponto do que a última funcionalidade.
Não — e é de propósito. Ele participa de 3 momentos: abertura (sáb 9h), encontro de dúvidas (sáb 17h–18h30, 30 min por time) e o júri (dom 17h). Fora disso, sai.
Presença do organizador no piso faz o time olhar para ele em vez de olhar para si. A condução do dia a dia é do Marcus e do Marcelo.
30 minutos por time, no Meet, a partir das 17h — depois do Checkpoint 2, com os PRDs já lidos.
Formato: provocação, não solução. As perguntas costumam ser “o que dá para cortar até amanhã ao meio-dia?”, “qual das três etapas vai funcionar de verdade?”, “quem é o cliente com nome — já ligaram para ele?”.
Tem. Os mesmos guias estão em PDF na pasta 00-MATERIAL-OFICIAL do Drive — baixem no começo do dia e ficam disponíveis offline, no celular ou impressos.
São quatro: GUIA-GERAL (referência do evento) e um por checkpoint, cada um com o modelo da entrega e o checklist de validação.
Sábado de manhã → INSTRUCOES-CHECKPOINT-1: o que mandar às 11h, com exemplo preenchido.
Sábado à tarde → INSTRUCOES-CHECKPOINT-2: as 7 seções do PRD e um modelo pronto para copiar.
Domingo → INSTRUCOES-CHECKPOINT-3: o que conta como produto no ar, o que vai no 02-mvp.pdf, os 8 slides e o template do roteiro.
Dúvida de regra a qualquer hora → GUIA-GERAL ou esta página.
Marcus Palucci — qualquer coisa do grupo ou do time.
Marcelo — time travado, mentoria de piso.
Du — local, internet, mesas, tomadas, comida.
Vira apresentação com devolutiva do júri, sem ranking. A rubrica continua sendo aplicada — o time recebe a leitura crítica completa, só não há disputa.
Prêmio e o que vem depois
O que o time vencedor leva — e o que acontece na semana seguinte.
Kit Lendário para o time vencedor. Não há prêmio monetário — foi decisão de formato, não esquecimento.
E tem um segundo prêmio que costuma valer mais: o projeto vencedor apresenta na live do YouTube da Academia em 28/09.
É de vocês — inclusive o CV7 pede explicitamente o primeiro passo de segunda-feira. A rubrica foi desenhada para que o que sair daqui tenha continuidade, não para produzir demo descartável.
Sim, disparada no grupo domingo à noite — não na segunda. Respondam ainda no calor do evento: é isso que corrige o formato para os próximos Hubs.
Este é um piloto: se funcionar, o formato é replicável por qualquer Hub da rede. A crítica de vocês é insumo real, não formalidade.
Sim — na pasta REGISTRO do Drive. Fotos, vídeos dos pitches e depoimentos. Parte do material vai para o all-hands mensal da rede de Hubs.
De quem quiser levar adiante. O hackathon é para aprendizado — os times não assinam contrato de sociedade, e ninguém fica preso a ninguém.
Na prática: qualquer integrante pode seguir com a ideia depois do evento, sem obrigação com os demais. Se o time quiser continuar junto, ótimo — mas é combinação de vocês, fora do escopo do evento.